[Cobertura] Bangers Open Air, dia #2

  1. Disaster
  2. Emergency
  3. Dangerous Ground
  4. Hollywood
  5. Rise
  6. Beg Beg Beg
  7. Back to the Rhythm
  8. Bad Time for Love
  9. 1000 Miles
  10. One by One
  11. Living on the Run

  1. Garbage Stomp
  2. Sadistic Magician
  3. Slime and Punishment
  4. Breathe Grease
  5. Grave Dive
  6. You’re Cut Off
  7. The Thrashin’ of the Christ
  8. Poison the Preacher
  9. Wave of Death
  10. High Speed Steel
  11. Restless and Wicked
  12. Crank the Heat
  13. Mind Eraser
  14. Under the Waste CommandBeer Pressure
  15. Thrashing’s My Business… And Business Is GoodI Want to Kill the President
  16. Wrong Answer
  17. The Art of Partying
  18. Demoralizer
  19. Born to Party

O Sonata Arctica chegou em São Paulo com o público no bolso. Durante o show, os músicos demonstraram um grande carinho pelos fãs e interagiram com a galera de maneira muito receptiva. No palco, mostraram o quanto estão afiados: uma performance consistente, músicos sorridentes e tudo funcionando redondinho. Claramente felizes por estar de volta, entregaram um setlist cheio de emoção, com cada música recebida com calor e carinho pelos fãs. Quem curte a banda saiu com o coração quentinho e aquele sentimento de que a espera valeu a pena.
Começaram com “First in Line”, do The Ninth Hour (2016), para aquecer os motores e logo mostraram o poder de sua sonoridade única com “Dark Empath”, faixa do álbum The Ninth Hour que trazia toda a energia melódica característica do grupo. O público estava logo a mil, respondendo aos riffs e acompanhando cada acorde.
“I Have a Right”, de The Ninth Hour também, veio em seguida com seu refrão poderoso, empurrando a plateia ainda mais para o clima de euforia coletiva. Mas foi quando tocaram “San Sebastian” que o show realmente atingiu outro nível, com uma emoção palpável no ar. A energia da banda e do público parecia se misturar, criando um daqueles momentos mágicos que fazem qualquer fã se sentir parte de algo grande.
Em “Replica”, do Reckoning Night (2004), a banda fez uma conexão ainda mais profunda com os fãs, enquanto a galera cantava junto em uníssono. “My Land”, um clássico do Ecliptica (1999), seguiu logo depois, e foi impossível não se sentir transportado para os primeiros momentos da carreira do Sonata.
A performance de “FullMoon” (do Ecliptica), com a galera cantando o primeiro verso, trouxe aquele clima de nostalgia e uma emoção que tocou os fãs mais antigos de um jeito único. O show foi marcado também pela presença de “Wolf & Raven”, outro clássico do Ecliptica, onde a banda demonstrou toda a sua habilidade técnica enquanto mantinha o público completamente envolvido.
“Don’t Say a Word” (do Winterheart’s Guild – 2003) foi mais um marco na apresentação, acompanhada de uma energia inebriante vinda tanto do palco quanto do público. E para fechar com chave de ouro, tocaram “Vodka”, faixa descontraída e animada que deixou todo mundo com aquele sorriso no rosto, como se o show estivesse se despedindo de forma leve, mas ainda assim com todo o peso da performance de uma banda de nível internacional.
O Sonata Arctica mostrou que, com o tempo, continua a entregar apresentações marcantes, cheias de emoção e energia. Quem esteve ali sabe que, apesar do show ser super controlado e afinado, a conexão com o público foi o que realmente fez o show ser inesquecível.

Setlist:

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